terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
FAZER UM MBA OU COMPRAR UMA FRANQUIA?
Baseado em artigo de Nick Friedman
Muitos profissionais, universitários e recém-formados do mundo inteiro sonham com a obtenção de um Master of Business Administration – MBA.
Especialmente para nós brasileiros, o MBA é visto como um acelerador de carreira. Sua efetivação exige empenho de tempo e dinheiro, o que muitos não tem.
Normalmente, há quatro fatores determinantes: custo, tempo envolvido, retorno sobre o investimento e mercado de trabalho. Surge, agora, um quinto fator para os candidatos americanos e, por que não para os brasileiros, investir num MBA ou usar a mesma quantia para comprar uma franquia?
Para pagar um MBA, enquanto matriculados, a maior parte das pessoas trabalha em tempo parcial, com baixos salários, esgotam as suas poupanças pessoais e/ou de seus pais, e ficam endividados com empréstimos estudantis.
Em contra-ponto o caminho da franquia pode oferecer uma maneira mais rápida de obter renda, muitas vezes, superior ao rendimento das pessoas com MBAs.
Atualmente um MBA não é mais garantia de oferta de emprego lucrativa, ou mesmo de aumentos salariais, especialmente tendo em conta o mercado de trabalho de hoje. Em uma economia ruim, as pessoas percebem sua instabilidade de emprego. Como resultado, a alternativa da franquia aumenta acentuadamente. É uma forma de buscar a segurança num negócio próprio.
Em vez de gastar aproximadamente 95.000 dólares e dois anos num MBA, mais e mais pessoas estão optando por gastar a mesma quantidade de dinheiro, ou até menos, para abrir uma franquia. E, em menos de dois anos, eles próprios estão produzindo um bom dinheiro.
O franchising permite que as pessoas entrem num negócio para si, mas não por si mesmos, diz Nick Friedman.
Estudos mostram que as franquias têm uma taxa de sucesso de 90% em comparação com apenas 15% das empresas que começaram a partir do zero. A maior probabilidade de sucesso, geralmente, muito se sobrepõe a qualquer taxa inicial de franquia e royalties mensais.
Assim como a faculdade, os pais podem fazer um investimento no futuro de seus filhos, ajudando-os a pagar uma franquia. Vários dos novos proprietários de franquia são recém-formados, o que não é o perfil típico do dono de franquia, mas, certamente, uma nova tendência.
Por Paulo R. Fernandes
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Feira Nacional de Franquias promete repetir sucesso anterior
Evento é uma vitrine de oportunidades de negócios
FRANCHISING FAIR 2010 (9ª edição), acontecerá novamente na cidade de Curitiba, localizada na Região Sul, a segunda maior concentradora de franquias do país e com uma renda per capita das mais elevadas, despertando o interesse das redes franqueadoras, que de olho neste mercado, pretendem expandir seus negócios na Região Sul.
A feira é uma vitrine de oportunidades de negócios para investidores, empreendedores, empresários e pessoas interessadas em tornarem-se franqueados de sucesso com o apoio, o acompanhamento e a garantia de uma marca consagrada por trás do negócio. A feira apresentará este ano ao seu público visitante, centenas de opções de investimentos lucrativos nos segmentos de alimentação, cosméticos, ensino profissionalizante, cursos de informática, idiomas, prestação de serviços, vestuário, decoração, esportes e lazer, medicamentos, máquinas, acessórios, equipamentos, dentre outros.
Oferecerá também palestras grátis para pessoas interessadas em obter maiores informações sobre como tornarem-se Franqueados ou Franqueadores de Sucesso.
FRANCHISING FAIR 2010
De 13 a 15 de Maio de 2010
Das 14 às 21h diariamente
FIEP - Federação das Industrias do Estado do Paraná
Rua Comendador Franco, 1349 (Jd.Botânico)
Curitiba
***Palestras grátis às 15:30 e 17:30hs diariamente
Informações: http://www.franchisingfair.com.br/
FONTE: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=2986
FRANCHISING FAIR 2010 (9ª edição), acontecerá novamente na cidade de Curitiba, localizada na Região Sul, a segunda maior concentradora de franquias do país e com uma renda per capita das mais elevadas, despertando o interesse das redes franqueadoras, que de olho neste mercado, pretendem expandir seus negócios na Região Sul.
A feira é uma vitrine de oportunidades de negócios para investidores, empreendedores, empresários e pessoas interessadas em tornarem-se franqueados de sucesso com o apoio, o acompanhamento e a garantia de uma marca consagrada por trás do negócio. A feira apresentará este ano ao seu público visitante, centenas de opções de investimentos lucrativos nos segmentos de alimentação, cosméticos, ensino profissionalizante, cursos de informática, idiomas, prestação de serviços, vestuário, decoração, esportes e lazer, medicamentos, máquinas, acessórios, equipamentos, dentre outros.
Oferecerá também palestras grátis para pessoas interessadas em obter maiores informações sobre como tornarem-se Franqueados ou Franqueadores de Sucesso.
FRANCHISING FAIR 2010
De 13 a 15 de Maio de 2010
Das 14 às 21h diariamente
FIEP - Federação das Industrias do Estado do Paraná
Rua Comendador Franco, 1349 (Jd.Botânico)
Curitiba
***Palestras grátis às 15:30 e 17:30hs diariamente
Informações: http://www.franchisingfair.com.br/
FONTE: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=2986
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
2010: CRESCIMENTO DE 15% NO SETOR DE FRANQUIAS
Segundo estimativa da Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias deverá crescer 15% em 2010. Os números de 2009 ainda não foram fechados, porém a ABF acredita que tenha crescido cerca de 14,5% em relação à 2008, saltando de R$ 55 bilhões para R$ 63 bilhões. O faturamento no setor de franquias equivale a 2% do PIB brasileiro.
Segundo Ricardo Bomeny, presidente da ABF, o setor de franquias é um dos mais promissores no Brasil e nos três últimos anos o crescimento foi de 50%. Ainda disse que economistas acreditam que o Brasil no próximo ano deverá crescer cerca de 6%, fomentando ainda mais o setor de franquias.
Para o próximo ano, é esperada a adesão de mais de 80 novas empresas, elevando o número de unidades franqueadas para algo superior a 80 mil unidades. Atualmente, operam no Brasil 1379 redes de franquia, e 2009 deverá fechar com 1460 redes. Já em 2010 espera-se que o número de redes aumente para aproximadamente 1540.
As redes de franquia são responsáveis por aproximadamente 648 mil postos de trabalho diretos e 2,6 milhões de indiretos. Em 2009 foram abertos mais 45 mil novos postos de trabalho, um total de 693.000. Para 2010 a previsão é de mais 50 mil.
Segundo informações da ABF, os segmentos que mais cresceram em 2008 foram Acessórios Pessoais e Calçados (44,8%), Serviços relacionados a Veículos (31,7%), Vestuário (27,2%) e Esporte, Saúde, Beleza e Lazer (25,8%). Apenas um segmento apresentou queda no faturamento: Limpeza e Conservação (-1,4%).
TEXTO NA ÍNTEGRA: http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=9249675&canal=214
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Sustentabilidade das Relações do Franchising - As 4 Chaves
Existem muitas chaves para o sucesso de uma franquia. Uma das mais importantes é a sustentabilidade da relação. Uma relação de franquia sustentável é aquela em que ambas as partes percebem que tem valor.
Marcas fortes geram esse senso de valor a partir do reconhecimento da marca que eles oferecem o que gera negócios para franqueados e, portanto, mais lucro para ambos. No entanto, o reconhecimento da marca não garante a sustentabilidade, para que isso ocorra, as quatro chaves seguintes apresentadas deverão estar presentes. Para franqueadores emergentes, que está começando a construir uma consciência de marca, estes quatro fatores são ainda mais vitais.
1. O conceito é viável? Ou seja: os consumidores são capazes de desejar e comprar o produto ou serviço oferecido? Será que a procura irá crescer ou permanecer constante? Um produto ou serviço que se baseia na popularidade do momento, sem a possibilidade de longevidade, não irá produzir a sustentabilidade e, portanto, não é um bom candidato para franquia;
2. O franqueado e o franqueador são rentáveis? Se ambos não fazem o dinheiro, um deles ou os dois acabarão por sair do negócio. Os lucros também devem ser comensuráveis com o esforço e investimento ao nível exigido. Se não forem, uma ou ambas as partes acabará por encontrar melhores oportunidades de investimento;
3. O franqueador fornece um valor constante de seus franqueados? Se franqueados não perceberem que estão recebendo o valor em troca do pagamento de royalties que eles fazem todos os meses, eventualmente eles vão sair da relação. O acordo por si só, não impede a partida e franqueadores emergentes não têm recursos para ir atrás de cada franqueado que sai do sistema. Assim, é uma escolha inteligente garantir que os franqueadores são suficientes para fornecer o valor dos royalties que eles esperam para recolher e medir o franqueado;
4. O franqueado está trabalhando de acordo com o sistema comprovado do franqueador? O sucesso vem para aqueles franqueados que estão dispostos a fazer seu trabalho seguindo a receita do franqueador de sucesso. Quando o franqueador tem a responsabilidade de fornecer o valor e apoio aos franqueados, este último deve colocar o esforço e programar o sistema, se pretende atingir os resultados do modelo comprovado do franqueador.
Todos os fatores acima são de igual importância. Se alguém não estiver presente, o relacionamento não vai durar. Sustentabilidade da relação de franquia só é alcançada quando todos esses elementos estão presentes.
Fonte: http://www.smallbizfranchisingblog.com/2009/11/19/sustainability-of-the-franchise-relationship-the-4-keys/
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Auto-avaliação para descobrir sua aptidão como franqueado
Por Melitha Novoa Prado
Primeiramente, antes de qualquer investigação a respeito de marcas e sistemas de franquia, a pessoa interessada deve buscar as informações disponíveis no mercado sobre Franchising: o conceito, a lei que regulamenta o setor, os requisitos para ser um franqueado, a nomenclatura básica do sistema, as taxas padrão do sistema, e todas as demais informações necessárias para o pleno entendimento dessa modalidade de sistema de gestão de pessoas. Mídia impressa, associações de classe e institutos de ensino podem ser boas fontes de pesquisa sobre o assunto.
Cumprida essa primeira etapa, recomenda-se à pessoa interessada fazer uma auto-reflexão, buscando dentro de si as características básicas necessárias para exercer a função de franqueado de uma rede. É importante estar atento ao fato de que o franqueado não é um empregado e, muito menos, sócio da empresa franqueadora. Ele tem que ser uma pessoa pró-ativa, empreendedora, confiante e motivadora, mas, ao mesmo tempo, se conformar com regras e padrões formatados pela franqueadora. Não se trata de um perfil típico e facilmente identificável. Ao contrário, requer muita investigação, auto-análise, auto-reflexão e, sobretudo, um profundo auto-conhecimento, principalmente no que se refere à inteligência emocional para lidar com adversidades e problemas rotineiros, os quais são comuns na operação diária da franquia.
Assim, após o amplo entendimento do que é Franchising, a auto-reflexão quanto à opção de ser franqueado de um sistema, qual seria o terceiro passo?
A terceira etapa consiste na busca da franquia que se encaixa melhor ao seu perfil. Ou seja, a investigação agora passa a ser mais racional: quais os segmentos com que mais me identifico? Quais as minhas aptidões e virtudes inatas? Gosto mais de lidar com prestação de serviços ou comércio de produtos? Gosto de lidar com o público em geral? O que gosto e tenho prazer de fazer? Em que atividades demonstro um resultado de excelência?
Essas e outras perguntas devem fazer parte de um profundo auto-questionamento. Nunca se esqueça que a identificação com o produto/serviço é tão importante quanto a identificação com a operação da franquia. Por exemplo: Adoro comer pão-de-queijo; a operação de um coffee shop me atrai? Adoro falar inglês?; Identifico-me com a operação de uma escola de ensino de línguas estrangeiras?
Essa auto-avaliação por parte do futuro franqueado é de extrema relevância para o seu sucesso. Se eu não gosto de mexer com comida, não posso ter uma franquia no segmento de alimentação, apesar de ser um comilão na mesa. Se eu gosto de lidar com carro, devo procurar uma franquia no segmento automotivo, que gere realização, prazer e vontade de me dedicar sempre com mais afinco e atenção.
Portanto, o segmento de negócio e propriamente a marca da franquia devem ser os últimos aspectos a serem analisados. Escolhido o segmento de maior interesse, quais as marcas que mais me atraem? Iniciar o processo de seleção com duas ou três marcas fornece ao futuro franqueado mais informações e elementos comparativos para a tomada de decisão final. Pode-se depreender por todo o exposto, que não se trata de uma escolha fácil... como todas na vida, elas trazem responsabilidades e conseqüências, principalmente por estarmos lidando com dois aspectos muito importantes do ser humano: o coração, pelo ideal de se ter um negócio próprio, e o dinheiro, por ser necessário um investimento de capital com recursos próprios, às vezes, tudo que foi economizado durante anos de vida de trabalho.
Acredite em você... faça a sua escolha com o pé no chão..... todo negócio tem riscos e com franquia não é diferente... Tenha apenas a certeza de que fez o que era possível e necessário para uma boa escolha. Não pule etapas... cumpra cada uma delas com todo o tempo e consciência e....boa sorte!
FONTE: http://www.portaldofranchising.com.br/site/content/interna/index.asp?codA=15&codAf=20&codC=7&origem=artigos
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Lei que protege futuros franqueados de uma empresa
por Beatrice Gonçalves
Projeto de lei em trâmite no Congresso deve estabelecer prazo mínimo de operação para empresa ter direito a vender a franquia da marca
O sistema de franquias pode mudar. O Projeto de Lei 4319/2008, que tramita na Câmara de Deputados, propõe mudanças na Lei 8955/94, que regulamenta o contrato de franquia empresarial. Se a proposta for aprovada, será necessário um prazo mínimo de um ano de operação para que uma empresa adquira o direito de vender a franquia de sua marca. Para entrar em vigor, a medida precisa ser votada no plenário e depois sancionada pelo presidente.
O projeto de lei de autoria do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB-MT) torna mais rígido o processo de franchising no Brasil. Com a medida, as empresas que desejam expandir seus negócios pelo sistema de franquias terão que investir em unidades próprias e passar por um processo de maturação do negócio para conquistar a excelência necessária. Só depois de cumprir esse requisito é que elas poderão formatar a rede e oferecer a Circular de Oferta de Franquia (COF), com balanços, minutas de contrato e pré-contrato ao candidato a franqueado.
Para a consultora jurídica especialista em franquias Melitha Novoa Prado, essa mudança pode organizar melhor o sistema de franchising no País. “A nova lei protegerá franqueadores sérios, que não precisarão concorrer com empresas sem qualquer experiência na hora de vender suas franquias. Não basta ser empresário, é preciso aprender a ser franqueador, mas isso leva tempo de aprendizado e maturação.”
Com a proposta, só depois que o negócio for padronizado e testado é que ele poderá ser executado por terceiros. Uma medida que pode trazer mais segurança para os futuros franqueados da marca, isso porque os investidores poderão ter uma melhor dimensão do negócio antes de abrir uma unidade. “Acredito que com menos de um ano o franqueador não teve tempo suficiente para conhecer seu produto e tenha dificuldades em conseguir replicar isso para um terceiro”, explica Marina Bechtejew, advogada do escritório Novoa Prado e Amendoeira.
A consultora jurídica lembra que o país registra um alto índice de mortalidade de empresas no primeiro ano de funcionamento e que isso também pode acontecer no sistema de franquias. “Ainda que você monte seu negócio e tenha um produto inovador, o perigo de ter um insucesso com seus primeiros franqueados é muito grande.” Pelas estimativas do Sebrae de São Paulo em 2008, 27% das empresas que abriram no estado fecharam antes de completar um ano.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
COMO OS FRANQUEADORES PODEM AJUDAR SEUS FRANQUEADOS
Por Paulo R. Fernandes
Os franqueadores podem fornecer muita ajuda para seus franqueados, entre as quais destacamos as seguintes:
•Treinamento/Formação/Manual de Operações: Um treinamento bem planejado e esmeradamente executado é tudo que o franqueado quer e sonha. A boa formação dos franqueados é um grande passo para o sucesso da franquia. Se a isso for acrescentado um Manual de Operações completo e detalhado com as regras, normas e especificações da franquia, bem como com a descrição precisa das tarefas, as chances de erro serão significativamente diminuídas. O treinamento do franqueado pode ser realizado em qualquer local determinado pelo franqueador, mas deve-se levar em conta que o treinamento represente o mais fielmente possível as situações do dia a dia da franquia. Outra preocupação importante é isolar os treinandos de distrações extra treinamento, como assuntos de interesses pessoais e/ou de outras operações paralelas. Para atender a esse quesitos, muitos franqueadores preferem trazer o treinamento para a sua sede.
•Assistência Financeira: Embora nem todos os franqueadores ofereçam assistência financeira, muitos repassam condições especiais de financiamento, que eles obtém junto aos bancos, para seus franqueados. Outros ainda, negociam diretamente com os bancos linhas de crédito para o estabelecimento de suas franquias.
Suporte: Praticamente todos os franqueadores oferecem apoio contínuo a seus franqueados em áreas como administrativa, recursos humanos, contabilidade e suporte técnico operacional. Orientam, também, assuntos como seguros, questões trabalhistas e quaisquer outros assuntos de interesse relativo à operação da franquia.
• Localização do Ponto Comercial: O localização do ponto comercial é de interesse tanto do franqueado como do franqueador. Por esta razão os franqueadores fazem questão de ajudar o franqueado a localizar o ponto ideal.
•Publicidade: Os esforços regionais e nacionais de publicidade são geralmente iniciados pelos franqueadores através do fundo de marketing cooperativo formado pela contribuição dos franqueados e do franqueador. Isso propicia campanhas de propaganda mais fortes, abrangentes e duradouras.
FONTE: http://blogdopaulorgfernandes.blogspot.com/2009/11/como-os-franqueadores-podem-ajudar-seus.html
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
MERCADO INTERNACIONAL PODE SE TORNAR REALIDADE
Nessa segunda-feira, 23/11, saiu no site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios a notícia que a ABF e Apex – Brasil renovaram parceria para ajudar redes de franquias a conquistar mercado no exterior.
Esses dois órgãos lançaram a terceira etapa do projeto de internacionalização das franquias brasileiras que visa ampliar a atuação delas no mercado exterior. Serão investidos R$ 1205 milhão.
Segundo levantamento, apenas 5% das franquias brasileiras operam no mercado internacional. Ainda há um enorme espaço para ser expandido, a previsão é que 66 marcas brasileiras exportarão franquias para 49 países e, para o ano vem, 80 marcas serão exportadas para 50 países.
O projeto permite às empresas escolher ações de seu interesse. Além disso, os recursos investidos pela Apex-Brasil, a fundo perdido, minimizam o investimento dos empresários, o que possibilita a adesão de um maior número de empresas.
Ricardo Bomeny, presidente da ABF, afirma que ainda há muito a ser feito e os esforços para fomentar exportação de marcas nacionais para mercados internacionais são constantes. “Vamos elevar nossa participação no cenário internacional, pois queremos mobilizar um número cada vez maior de empresas. Estruturamos um projeto com custos e benefícios que atendam às necessidades individuais das redes brasileiras que desejam prospectar fora do Brasil”, afirma.
TEXTO NA ÍNTEGRA: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI106034-17180,00-ABF+E+APEXBRASIL+RENOVAM+PARCERIA+PARA+AJUDAR+REDES+DE+FRANQUIA+A+ATUAR+NO+.html
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Gostaria de franquear minha empresa no futuro, há algo que possa ser feito agora?
Por Lizette Pirtle
Você quer expandir o seu negócio. Você já fez sua lição de casa e descobriu que o franchising é a melhor maneira de se expandir, mas você não está completamente pronto para fazer ainda. Você pode não ter fundos para atravessar o processo ou pode não estar no negócio há tempo suficiente para provar que o conceito funciona. Você só espera, ou, existe alguns passos que você pode começar a trabalhar agora?
Muitas pequenas empresas tendem a negligenciar áreas importantes que tornam mais fácil de franquear. Às vezes eles fazem as escolhas que será onerosa para modificar quando decidem franquia. Então, quando você começa com o final em mente que você pode economizar tempo, dinheiro e agravamento.
Há cinco principais áreas que você deve concentrar-se como um empresário que está pensando em franquear no futuro. Estes são: o modelo de negócios, marcas, equipamentos, fornecedores e operações.
1. O Modelo de Negócio
• Qual é a proposição de valor do seu negócio? Isto é, como é que a empresa gera valor econômico?
• A demanda por seus produtos e serviços é sustentável? Ou seja, a demanda aumentará, ou pelo menos irá manter-se constante para a vida da empresa, ou, são os produtos ou serviços de apenas são uma moda passageira?
• Será que a franquia empresarial é lucrativa? Ou seja, você pode inserir um terceiro e manter a lucratividade em todos os níveis (seus fornecedores, você e seus franqueados)?
• Sua empresa pode ser facilmente ensinada? Isto é, as pessoas podem realizar as atividades empresariais, ou, eles exigem conhecimentos técnicos e experiência?
• A sua empresa se presta a inovação contínua? Isto é, você como um franqueador é capaz de adicionar valor aos seus franqueados em uma base contínua, ou, se o seu modelo de negócio é estático?
A chave aqui é ajustar o seu modelo de negócio para que ele tenha uma proposição de valor sólida, que ofereça produtos e / ou serviços para os quais exista uma demanda contínua e crescente que seja rentável em todos os níveis; exija pouco conhecimento técnico e que permita você inovar de forma contínua a agregar valor aos franqueados ao longo da vida do contrato. Se você é capaz de criar ou alterar o seu modelo de negócios de tal maneira, então você pode mover seus esforços para a próxima área: Marca.
2. Marca
• O nome original da sua empresa é representativo, único e cativante? Quanto mais único e memorável o nome da empresa, melhor.
• Você tem o nome comercial protegido? Não confundir com um site URL ou uma licença de negócio como proteção. Você precisa de uma marca para proteger o nome da sua empresa.
• Você tem um bom logotipo? Verifique se o seu logotipo é original e profissional. Coloque o ego de lado e peça a um profissional dar sua opinião ou refazer seu logotipo e use apenas uma versão dele. Se você utilizar mais de um logotipo sua marca ficará diluída.
• Você está usando o seu nome protegido em todos os lugares possíveis? Este é o passo mais importante. Verifique se o seu nome e logotipo aparecem em todos os materiais impressos e online:
Recibos
Faturas
Papelaria
Cartões de negócios
Formulários de Ordem
Copos de papel ou de isopor
Guardanapos de papel
Sacolas
Website
Blog
Mídia Social
Assinatura de e-mail
Meios de transporte
Mídia
Publicidade
• A sua loja ou local é diferenciada? Ela é profissionalmente projetada para que possa ser facilmente replicável? Você pode fazer pequenas modificações para criar a imagem que você está procurando.
• Como é o seu anúncio? Será que o seu anúncio exterior reflete na sua imagem? É congruente com a sua marca? E quanto aos anúncios interiores? Você tem algum? Eles são feitos à mão ou são produzidos profissionalmente? Você tem algum anúncio de automóveis? Seu automóvel pode ser acondicionado e serve como propaganda em curso?
3. Equipamentos e Empresa/Design da Empresa
• O seu equipamento é o negócio mais eficiente que você pode comprar? Você será capaz de usá-lo para várias localizações? Ele facilita a sua vida? É durável? Será que ele tem bom serviço? Se o equipamento que você tem atualmente não produzir os resultados que você deseja comece a olhar para outros modelos ou marcas que existam. Contate fornecedores e obtenha relações estabelecidas.
• O equipamento é disponível em todo país? A navegação será possível? Qual será o custo de obtenção do material para os franqueados? Certifique-se de escolher fornecedores possam oferecer o serviço em todas as áreas que prevê ter franqueados.
• O design de sua loja é congruente com a sua marca? É facilmente replicável? O design pode ser modular? Você tem desenhos para o projeto que você pode usar para criar um modelo para futuras localizações? O projeto é muito caro? Quais são as alternativas que podem exigir um investimento e menor tempo para construir?
• Você tem uma lista de cada peça de equipamento e utensílios necessários para operar o seu negócio? Certifique-se de que sua lista inclui preços e informações de contato do fornecedor.
A chave aqui é estar preparado para replicar a aparência do seu negócio, bem como a sua funcionalidade. Além disso, é importante ser capaz de fazer em todo país ou onde você deseja expandir.
4. Fornecedores
• Seus fornecedores serão capazes de atender todos os seus franqueados, independentemente de onde eles estão localizados?
• Será que seus fornecedores negociarão descontos por volume você pode transmitir aos seus franqueados?
• Seus fornecedores serão capazes de lidar com um grande aumento no volume?
A chave para fornecedores é certificar-se de que você tem hoje pode se tornar seu "parceiro" ao expandir o seu negócio no futuro. Se eles não são capazes de crescer com você, terá que procurar outras fontes que darão conta de tudo.
5. Operações
• Você já documentou a maneira de fazer negócios?
• Você tem listas de verificação para todas as tarefas?
• Você tem descrições detalhadas?
• Você tem escrito, os procedimentos e políticas?
Você não tem que ter um manual completo de operações, mas é aconselhável registrar o máximo possível de operações para se preparar para expansão. Leve-o lentamente; faça uma tarefa de cada vez, peça para os funcionários começar a gravar o que eles fazem. Criar listas de verificação é mais fácil e menos demorado do que se for escrito uma explicação de um processo ou procedimento.
Franqueando ou não o seu negócio e prestando atenção a nessas cinco áreas, o valor de seu negócio irá aumentar. Isso fará com que seja mais fácil para você treinar funcionários e para abrir locais futuros. Muitas empresas acabam aumentando o lucro de seu próprio local apenas estipulando os procedimentos e a marca. Outros reduzem os custos de negociação com os vendedores e fornecedores. Focando suas energias a esses cinco pontos é certo que aumentará sua linha de fundo e, quando você começa pronto para franquia, o processo será mais rápido e mais fácil.
FONTE: http://www.smallbizfranchisingblog.com/2009/10/28/i-want-to-franchise-in-the-future-is-there-anything-i-can-do-now/
Você quer expandir o seu negócio. Você já fez sua lição de casa e descobriu que o franchising é a melhor maneira de se expandir, mas você não está completamente pronto para fazer ainda. Você pode não ter fundos para atravessar o processo ou pode não estar no negócio há tempo suficiente para provar que o conceito funciona. Você só espera, ou, existe alguns passos que você pode começar a trabalhar agora?
Muitas pequenas empresas tendem a negligenciar áreas importantes que tornam mais fácil de franquear. Às vezes eles fazem as escolhas que será onerosa para modificar quando decidem franquia. Então, quando você começa com o final em mente que você pode economizar tempo, dinheiro e agravamento.
Há cinco principais áreas que você deve concentrar-se como um empresário que está pensando em franquear no futuro. Estes são: o modelo de negócios, marcas, equipamentos, fornecedores e operações.
1. O Modelo de Negócio
• Qual é a proposição de valor do seu negócio? Isto é, como é que a empresa gera valor econômico?
• A demanda por seus produtos e serviços é sustentável? Ou seja, a demanda aumentará, ou pelo menos irá manter-se constante para a vida da empresa, ou, são os produtos ou serviços de apenas são uma moda passageira?
• Será que a franquia empresarial é lucrativa? Ou seja, você pode inserir um terceiro e manter a lucratividade em todos os níveis (seus fornecedores, você e seus franqueados)?
• Sua empresa pode ser facilmente ensinada? Isto é, as pessoas podem realizar as atividades empresariais, ou, eles exigem conhecimentos técnicos e experiência?
• A sua empresa se presta a inovação contínua? Isto é, você como um franqueador é capaz de adicionar valor aos seus franqueados em uma base contínua, ou, se o seu modelo de negócio é estático?
A chave aqui é ajustar o seu modelo de negócio para que ele tenha uma proposição de valor sólida, que ofereça produtos e / ou serviços para os quais exista uma demanda contínua e crescente que seja rentável em todos os níveis; exija pouco conhecimento técnico e que permita você inovar de forma contínua a agregar valor aos franqueados ao longo da vida do contrato. Se você é capaz de criar ou alterar o seu modelo de negócios de tal maneira, então você pode mover seus esforços para a próxima área: Marca.
2. Marca
• O nome original da sua empresa é representativo, único e cativante? Quanto mais único e memorável o nome da empresa, melhor.
• Você tem o nome comercial protegido? Não confundir com um site URL ou uma licença de negócio como proteção. Você precisa de uma marca para proteger o nome da sua empresa.
• Você tem um bom logotipo? Verifique se o seu logotipo é original e profissional. Coloque o ego de lado e peça a um profissional dar sua opinião ou refazer seu logotipo e use apenas uma versão dele. Se você utilizar mais de um logotipo sua marca ficará diluída.
• Você está usando o seu nome protegido em todos os lugares possíveis? Este é o passo mais importante. Verifique se o seu nome e logotipo aparecem em todos os materiais impressos e online:
Recibos
Faturas
Papelaria
Cartões de negócios
Formulários de Ordem
Copos de papel ou de isopor
Guardanapos de papel
Sacolas
Website
Blog
Mídia Social
Assinatura de e-mail
Meios de transporte
Mídia
Publicidade
• A sua loja ou local é diferenciada? Ela é profissionalmente projetada para que possa ser facilmente replicável? Você pode fazer pequenas modificações para criar a imagem que você está procurando.
• Como é o seu anúncio? Será que o seu anúncio exterior reflete na sua imagem? É congruente com a sua marca? E quanto aos anúncios interiores? Você tem algum? Eles são feitos à mão ou são produzidos profissionalmente? Você tem algum anúncio de automóveis? Seu automóvel pode ser acondicionado e serve como propaganda em curso?
3. Equipamentos e Empresa/Design da Empresa
• O seu equipamento é o negócio mais eficiente que você pode comprar? Você será capaz de usá-lo para várias localizações? Ele facilita a sua vida? É durável? Será que ele tem bom serviço? Se o equipamento que você tem atualmente não produzir os resultados que você deseja comece a olhar para outros modelos ou marcas que existam. Contate fornecedores e obtenha relações estabelecidas.
• O equipamento é disponível em todo país? A navegação será possível? Qual será o custo de obtenção do material para os franqueados? Certifique-se de escolher fornecedores possam oferecer o serviço em todas as áreas que prevê ter franqueados.
• O design de sua loja é congruente com a sua marca? É facilmente replicável? O design pode ser modular? Você tem desenhos para o projeto que você pode usar para criar um modelo para futuras localizações? O projeto é muito caro? Quais são as alternativas que podem exigir um investimento e menor tempo para construir?
• Você tem uma lista de cada peça de equipamento e utensílios necessários para operar o seu negócio? Certifique-se de que sua lista inclui preços e informações de contato do fornecedor.
A chave aqui é estar preparado para replicar a aparência do seu negócio, bem como a sua funcionalidade. Além disso, é importante ser capaz de fazer em todo país ou onde você deseja expandir.
4. Fornecedores
• Seus fornecedores serão capazes de atender todos os seus franqueados, independentemente de onde eles estão localizados?
• Será que seus fornecedores negociarão descontos por volume você pode transmitir aos seus franqueados?
• Seus fornecedores serão capazes de lidar com um grande aumento no volume?
A chave para fornecedores é certificar-se de que você tem hoje pode se tornar seu "parceiro" ao expandir o seu negócio no futuro. Se eles não são capazes de crescer com você, terá que procurar outras fontes que darão conta de tudo.
5. Operações
• Você já documentou a maneira de fazer negócios?
• Você tem listas de verificação para todas as tarefas?
• Você tem descrições detalhadas?
• Você tem escrito, os procedimentos e políticas?
Você não tem que ter um manual completo de operações, mas é aconselhável registrar o máximo possível de operações para se preparar para expansão. Leve-o lentamente; faça uma tarefa de cada vez, peça para os funcionários começar a gravar o que eles fazem. Criar listas de verificação é mais fácil e menos demorado do que se for escrito uma explicação de um processo ou procedimento.
Franqueando ou não o seu negócio e prestando atenção a nessas cinco áreas, o valor de seu negócio irá aumentar. Isso fará com que seja mais fácil para você treinar funcionários e para abrir locais futuros. Muitas empresas acabam aumentando o lucro de seu próprio local apenas estipulando os procedimentos e a marca. Outros reduzem os custos de negociação com os vendedores e fornecedores. Focando suas energias a esses cinco pontos é certo que aumentará sua linha de fundo e, quando você começa pronto para franquia, o processo será mais rápido e mais fácil.
FONTE: http://www.smallbizfranchisingblog.com/2009/10/28/i-want-to-franchise-in-the-future-is-there-anything-i-can-do-now/
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Mercado de Franquias Atrai Jovens
SÃO PAULO - A possibilidade de abrir um negócio próprio sem ter de encarar os desafios de construir uma marca do zero tem atraído jovens para o mercado de franquias. Segundo pesquisa da Rizzo Franchise, empresa especializada no setor, mais de 12 mil pessoas com menos de 25 anos possuem franquias no País. Os jovens empresários representam 16,10% dos franqueados brasileiros, parcela que cresce cada vez mais.
De acordo com o levantamento, realizado em julho de 2009, a participação dos jovens cresceu 17% em relação ao ano anterior. Marcus Rizzo, responsável pela pesquisa, destaca que os novos empresários buscam principalmente sucesso rápido e segurança. “A franquia significa ‘a compra’ da experiência. O franqueado recebe um modelo pronto e já testado”.
Porém, especialistas alertam que abrir uma franquia não é tão fácil quanto pode parecer. É preciso ter afinidade com o negócio pretendido, planejamento e preparo, além de suporte financeiro. No caso de muitos que se arriscam sem os requisitos necessários, a ilusão de enriquecimento rápido pode causar muita dor de cabeça. “Quando fomos conhecer a franquia o franqueador mostrou um castelo, e não era isso”, conta Sidnei Ricardo Lobo, de 39 anos, que apostou suas fichas em uma escola de informática.
O franqueado também deve estar atento na hora de escolher em qual área vai atuar, ressaltam os especialistas. “A oportunidade tem de estar ligada ao que o empresário tem de sintonia com a área. Se um funcionário faltar, é o dono do negócio que irá pro balcão atender, e por isso tem de ser algo que ele goste muito”, diz Filomena. Rizzo corrobora: “Não adianta buscar uma área que seja ‘quente’, que esteja em alta no mercado. Você precisa se identificar com o negócio”.
Migliatti afirma ter levado a orientação em conta quando escolheu o ramo no qual gostaria de atuar. “A ideia de abrir uma franquia surgiu durante um "mochilão". "Viajei para mais de 20 países e comi diversas vezes em lojas do Subway. Até na Tailândia encontrei uma unidade. Achei muito interessante essa presença mundial", diz.
Pesquisar sobre o assunto e conversar com franqueados é outra dica de Rizzo. “Converse com franqueados mais jovens, que estão no negócio há menos de dois anos, e com empresários mais velhos, que tem franquia há mais de dois anos”.
TEXTO NA ÍNTEGRA: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/10/31/mercado+de+franquias+atrai+jovens+mas+e+preciso+cautela+na+hora+de+investir+8914169.html
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Franquias: boa oportunidade de emprego temporário
Quem quer ganhar dinheiro para ajudar nas despesas de final de ano, o setor de franquias é uma boa opção. Muitas pessoas optam por esse tipo de trabalho e devem ficar atentas às oportunidades.
Cerca de 25 mil empregos temporários devem ser criados por franquias
Atendentes, profissionais de venda, operadores de caixa, estoquistas, auxiliares de produção e gerentes estão entre os cargos procurados
Por Época NEGÓCIOS Online
Quem quiser concorrer a uma vaga como vendedor, operador de caixa ou estoque em lojas de rua ou shopping centers precisa ficar atento. O setor de franquias deve criar cerca de 25 mil oportunidades de empregos temporários para o fim do ano. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a maior procura por trabalhadores deve ocorrer em dezembro, quando é esperado um aumento de vendas de 35%.
Os contratos de empregados temporários podem durar de 30 a 90 dias. Em janeiro, quando as lojas geralmente renovam o quadro de funcionários, cerca de 20% dos temporários costumam ser efetivados. “O setor está em plena expansão de unidades franqueadas. Mesmo que a efetivação não seja imediata, um bom colaborador nunca é esquecido”, afirma Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF.
Dentre os segmentos que devem criar mais vagas, de acordo com o levantamento realizado pela ABF, estão o de Alimentação, Acessórios Pessoais e Calçados, Vestuário, Cosméticos e Perfumaria, Beleza, Saúde e Produtos Naturais e Bebidas, Cafés, Doces e Salgados.
Atendentes, profissionais de venda, operadores de caixa, estoquistas, auxiliares de produção e gerentes lideram a abertura de vagas. Os candidatos precisam ter entre 18 e 28 anos, ensino médio completo e disponibilidade de horário. Para algumas oportunidades, não há exigência de experiência. “O número de unidades de franquias deve crescer 6% neste ano em comparação com 2008, o que pode se reverter em novos postos de trabalho”, afirma Camargo.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
COMO O FRANCHISING FUNCIONA
Por Paulo R. Fernandes
O franchisng existe desde meados do século XIX, mas foi durante as últimas décadas que se tornou popular. Hoje as pessoas estão começando uma franquia não com o um último recurso, mas até como uma opção de carreira.
Num primeiro momento, uma empresa depois de aprender com seus próprios erros e a observação do mercado alcança o sucesso com determinado produto/serviço. Ela desenvolve, então, uma característica peculiar ao seu produto/serviço que se torna um diferencial competitivo de mercado. Ela avalia que seu negócio pode ser franqueado e decide tornar-se um franqueador. Em seguida parte para aperfeiçoar o sistema através da abertura de uma segunda unidade ou unidade piloto. Após certificar-se do sucesso do modelo, volta-se a estabelecer sua marca, registrando-a em marcas e patentes, se ainda não o fez.
É hora de formatar e manualizar sua franquia. Um consultor de franchising ou um escritório especializado reúne toda a documentação necessária ao processo, tais como os manuais operacionais, a circular de oferta, o contrato de franquia, entre outros. Taxa de Franquia e royalties são estabelecidos.
Cria-se um plano de vendas com um modelo de expansão para as unidades franqueadas. Estabelece-se um perfil de franqueado que interessa ao negócio. Escolhem-se os canais de venda. O franqueador começa a venda de suas unidades franqueadas. Os candidatos são selecionados de acordo com os recursos, habilidades e atitudes que mais interessam ao franqueador e que foram delineados no perfil. Eles recebem a circular de oferta para análise. Aí estão os números do franqueador, seu desempenho, suas projeções, uma cópia de contrato de franquia, informações relevantes, outras nem tanto.
Chega o momento do encontro entre franqueador e candidato. É o momento de casar ou desmanchar o namoro. Optando-se pelo casamento, o contrato é assinado. Após a assinatura do contrato começa a assessoria para locação do ponto, fachada, adaptação do imóvel, contratação do pessoal.
O próximo passo é o treinamento do franqueado e sua equipe. É hora de inaugurar e começar as atividades. O franqueador monitora o desempenho de sua nova unidade franqueada. O franqueado atinge seu ponto de equilíbrio, vê seu investimento começar a retornar. Nasce mais uma história de sucesso.
FONTE: http://blogdopaulorgfernandes.blogspot.com/2009/11/como-o-franchising-funciona.html
O franchisng existe desde meados do século XIX, mas foi durante as últimas décadas que se tornou popular. Hoje as pessoas estão começando uma franquia não com o um último recurso, mas até como uma opção de carreira.
Num primeiro momento, uma empresa depois de aprender com seus próprios erros e a observação do mercado alcança o sucesso com determinado produto/serviço. Ela desenvolve, então, uma característica peculiar ao seu produto/serviço que se torna um diferencial competitivo de mercado. Ela avalia que seu negócio pode ser franqueado e decide tornar-se um franqueador. Em seguida parte para aperfeiçoar o sistema através da abertura de uma segunda unidade ou unidade piloto. Após certificar-se do sucesso do modelo, volta-se a estabelecer sua marca, registrando-a em marcas e patentes, se ainda não o fez.
É hora de formatar e manualizar sua franquia. Um consultor de franchising ou um escritório especializado reúne toda a documentação necessária ao processo, tais como os manuais operacionais, a circular de oferta, o contrato de franquia, entre outros. Taxa de Franquia e royalties são estabelecidos.
Cria-se um plano de vendas com um modelo de expansão para as unidades franqueadas. Estabelece-se um perfil de franqueado que interessa ao negócio. Escolhem-se os canais de venda. O franqueador começa a venda de suas unidades franqueadas. Os candidatos são selecionados de acordo com os recursos, habilidades e atitudes que mais interessam ao franqueador e que foram delineados no perfil. Eles recebem a circular de oferta para análise. Aí estão os números do franqueador, seu desempenho, suas projeções, uma cópia de contrato de franquia, informações relevantes, outras nem tanto.
Chega o momento do encontro entre franqueador e candidato. É o momento de casar ou desmanchar o namoro. Optando-se pelo casamento, o contrato é assinado. Após a assinatura do contrato começa a assessoria para locação do ponto, fachada, adaptação do imóvel, contratação do pessoal.
O próximo passo é o treinamento do franqueado e sua equipe. É hora de inaugurar e começar as atividades. O franqueador monitora o desempenho de sua nova unidade franqueada. O franqueado atinge seu ponto de equilíbrio, vê seu investimento começar a retornar. Nasce mais uma história de sucesso.
FONTE: http://blogdopaulorgfernandes.blogspot.com/2009/11/como-o-franchising-funciona.html
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sustentabilidade e o Setor de Franquias
Por Claudio Tieghi
Nas duas últimas décadas, a sociedade civil vem cobrando que as grandes corporações investam parte de seus lucros em benefício de seus públicos de relacionamento (stakeholders). O acelerado desenvolvimento da economia global, a diversificação da mídia, a revolução tecnológica e o crescimento do poder do “cliente-cidadão” que, cada vez mais, faz valer os seus direitos são fatores que contribuíram para esse cenário.
O mercado passou a contemplar a inclusão social na pauta do desenvolvimento empresarial e a substituir o conceito de maximização dos lucros pelo de otimização visando beneficiar os diversos públicos envolvidos. Várias já são as experiências de ações filantrópicas ou mesmo socioambientais bem sucedidas , mas é preciso avançar na promoção do desenvolvimento sustentável superando práticas meramente assistencialistas e pontuais.
A Responsabilidade Social Empresarial passa a ser incorporada como competência estratégica possível graças a parcerias entre diversos segmentos: empresas, governo e entidades do terceiro setor. O desafio é fazer com que praticas socioambientais sustentáveis, mais do que agregar valor à imagem da instituição, se tornem parte do próprio negócio.
O setor de franquias brasileiro pode ser um exemplo. Considerado o quinto maior do mundo supera a marca de 18 bilhões de faturamento anual, conta com mais de 1000 redes franqueadoras e gera 564 mil empregos, segundo a Associação Brasileira de Franchising - ABF. Como então desenvolver negócios economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos em empresas do setor de Franquias?
Os Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial e o de Responsabilidade Social nas Empresas Varejistas Gvcev são um bom começo. A partir do diagnóstico obtido por eles, franqueadores e franqueados podem inserir, no planejamento estratégico das organizações, metas de desenvolvimento sustentável priorizando áreas ou setores que mereçam maior atenção, quer seja pela natureza da operação (produtos ou serviços), ou por demandas internas como a relação com seus colaboradores. Além disso, o gerenciamento dos processos e o monitoramento de resultado podem oferecer às empresas condições reais e seguras para assumirem novos desafios.
A capilaridade das redes e a proximidade com a comunidade onde está inserida caracterizam-se como vantagens exclusivas do setor. As boas práticas podem ser disseminadas rapidamente ganhando escala, garantido assim impacto positivo ao negócio, ao meio ambiente e à sociedade. Por esses fatores, as redes de franquias brasileiras podem dar o exemplo de como garantir o sucesso de seus negócios, preservando o meio ambiente e promovendo relações que valorizem a educação e a formação da cidadania.
Claudio Tieghi é presidente da Associação Franquia Solidária, braço social da Associação Brasileira de Franquias
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
TENDÊNCIAS DE CRESCIMENTO DO FRANCHISING
O Programa de Administração de Varejo e a Associação Brasileira de Franchising realizaram uma pesquisa que avaliou o desempenho do setor de franquia no segundo trimestre deste ano e a expectativa de expansão para o terceiro trimestre. A pesquisa avaliou os resultados a partir de uma amostra de 50 redes de franquias. Dentre elas estavam os ramos de: Acessórios Pessoais e Calçados; Alimentação; Bebidas; Cafés; Doces e Salgados; Beleza; Saúde e Produtos Naturais; Construção e Imobiliárias; Cosméticos e Perfumaria; Educação e Treinamento; Escolas de Idiomas; Fotografias; Gráficas e Sinalização; Hotelaria e Turismo; Limpeza e Conservação; Móveis, Decoração e Presentes; Negócios; Serviços e Conveniência; Serviços Automotivos e Vestuário (do total de amostras, 38% são do segmento de Alimentação, 30% de demais segmentos e Vestuário, Educação e Treinamento, Serviços Automotivos e Negócios, Serviços e Conveniência respondem por 8% cada um).
Um dado importante da pesquisa é que a crise financeira mundial trouxe um impacto positivo nos investimentos das redes de franchising. A expectativa é de que as empresas apresentem um aumento de 8,1% no terceiro trimestre, em relação ao investimento planejado anteriormente. Já para o quarto trimestre, espera-se um aumento de 9,9% no investimento planejado.
No segundo trimestre deste ano, o crescimento de lojas próprias foi de 5,6%. Para o terceiro trimestre, a expectativa de expansão é um pouco mais baixa, girando em torno de 4,5%. Já as lojas franqueadas têm mantido crescimento ao longo do ano, com aumento de 4,2% no segundo trimestre e expectativa de 6% para o terceiro. O crescimento esperado do número total de lojas para o terceiro trimestre é de 5,8% contra 4,4% do trimestre anterior.
Em relação ao faturamento, a amostra revela que comparando o primeiro trimestre de 2009 com o de 2008 houve um crescimento de 17,7%. No segundo trimestre deste ano, também foi detectada uma alta de 12,7% sobre o mesmo período do ano passado. Para o terceiro trimestre, a projeção é de um crescimento de 14,8% em relação ao mesmo trimestre de 2008. Quando analisado o faturamento acumulado de janeiro a junho de 2009 verifica-se alta de 20,9% sobre o mesmo período de 2008. A previsão é de que de janeiro a setembro deste ano, o aumento do faturamento seja de 24,6% em relação ao mesmo período de 2008.
TEXTO NA ÍNTEGRA: http://www.sofranquias.com.br/
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Como ter sucesso com os negócios na internet
É indiscutível que a Internet é actualmente a mais poderosa ferramenta de Marketing e aquela que regista maiores taxas de crescimento em todo o mundo.
Este facto deve-se ao seu amplo alcance e ao seu baixo custo, permitindo-nos atingir com maior exactidão o público-alvo, permitindo a interacção directa com os clientes e potenciando uma capacidade de resposta nos 365 dias do ano, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Quando pensamos num website ou num portal pensamos em webdesign. Contudo, o webdesign é, cada vez mais, somente a parte visível dos websites. A definição de uma estratégia eficaz é que torna um website uma ferramenta mais ou menos inteligente.
Cada vez mais, os websites devem ser orientados para a optimização das suas funcionalidades, o que se torna possível com um bom posicionamento em motores de busca, com a utilização de conteúdos inteligentes e que captem a atenção dos mais diversos visitantes e pela adaptação da ferramenta às mutações do mercado e do nosso próprio negócio.
Cada vez é mais fácil fazer negócios na Internet. O processo para iniciar negócios on-line, passa, como referido por diversos especialistas na área, por três principais etapas:
1. A primeira etapa passa por atrair pessoas interessadas nos produtos/serviços que o nosso site oferece. Se atrairmos somente pessoas que considerem apelativa a nossa imagem, podemos estar a cair no erro desses visitantes não terem qualquer interesse no que lhes temos para oferecer;
2. A segunda etapa, a venda propriamente dita, é aquela que transforma os visitantes do nosso site em nossos clientes;
3. A terceira e última etapa refere-se a todo o trabalho realizado junto da base de dados de clientes e visitantes, multiplicando os negócios, fidelizando os actuais e conquistando os novos/potenciais clientes (voltando à fase um).
É muito importante dar cada passo com firmeza e segurança, para que possamos alcançar os resultados mais positivos.
Como sabemos, o Marketing é um processo contínuo e não um evento, isto é, para conseguirmos alcançar o sucesso do nosso negócio na Internet temos de colocar em prática a nossa estratégia de uma forma cíclica, não podendo finalizá-la após ter sido colocada em prática uma primeira vez. Sempre que “chegamos” à fase do acompanhamento pós-venda dos nossos actuais clientes, devemos partir de imediato para a primeira etapa, na conquista de novos visitantes, os novos potenciais clientes.
Artigo na íntegra: http://site.ptfranchising.com/artigo.asp?id=68
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A INTERCOL HOLDING FRANCHISE SEMPRE ACREDITANDO NO BRASIL
A história do franchising no Brasil teve um início bastante despercebido na década de 40 e em meados de 80, a economia brasileira atravessou uma de suas maiores instabilidades, passando por mudanças de moedas, criação de planos, ou seja, um cenário nada propício para investir em algo inovador. Mas foi nesta época que o franchising, de forma desorganizada e muito mal amparada teve notória expansão. Atualmente existem mais de 40 países que possuem Associações de franchising em funcionamento, que com a globalização, facilitou a exportação e importação deste negócio, aonde cada vez mais se torna uma forma segura e financeiramente interessante para o investidor.
O mercado brasileiro de franquias é mais forte do que se supõe. Com um faturamento de R$ 32 bilhões, o setor já conta com 850 empresas franqueadoras e 60 mil unidades franqueadas, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising.
Essas companhias já empregam 600 mil pessoas diretamente, e posiciona o Brasil como o 3º maior mercado do mundo.
E esse mérito é legitimamente brasileiro, 90% das franquias no mercado nascem de empresas nacionais, que se instalam, em sua maioria (65%), em shopping centers, onde o setor de franquias já é responsável por 50% das operações.
Por ser a primeira holding de franquias do Brasil, é seguro dizer que a Intercol sempre esteve presente no mercado brasileiro e acreditando no seu potencial. Ela existe desde 1983 e, se acompanharmos o desenvolvimento de franquias brasileiras durante esse período, percebe-se que a Intercol sempre possuiu uma visão pioneira em se tratando de franchising no Brasil. Se acompanharmos o desenvolvimento desse setor, pode-se dizer que se trata de um investimento seguro e transparente. Muitos jovens empreendedores estão optando por esse tipo de negócio.
Se você tem uma empresa com potencial, ou está pensando em adquirir uma franquia, ou quiser se informar melhor sobre o mundo do franchising, venha nos conhecer e se interar mais sobre esse investimento rentável e seguro.
FONTES:
http://www.paineljuridicomovimentação na década de 60 através da Yázigi, mas foi na década de 70, por consequência das franquias estrangeiras que surgiram algumas oportunidades, como a rede de fast-food.com/2008/03/um-pouco-da-histria-do-franchising.html
http://www.administradores.com.br/noticias/brasil_e_o_terceiro_maior_mercado_de_franquias_do_mundo/7973/
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Saiba mais sobre o Twitter corporativo
Segundo o wikipédia, o twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web, por SMS e por softwares específicos instalados em dispositivos portáteis como o Twitterberry desenvolvido para o Blackberry.
As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial, RSS, SMS ou programa especializado. O serviço é grátis na internet, mas usando SMS pode ocorrer cobrança da operadora telefônica.
Desde sua criação em 2006 por Jack Dorsey, o Twitter ganhou extensa notabilidade e popularidade por todo mundo. Algumas vezes é descrito como o "SMS da Internet".
Hoje, as empresas estão utilizando-se muito dessa ferramenta. Acredita-se que o Twitter tem como função, também, a comunicação corporativa que engloba relações de mídia e comunicações internas. As corporações buscam sempre um feedback dos seus clientes e o Twitter pode ser facilmente uma ferramenta de pesquisa de mercado.
A revista PCWorld chama a atenção para o estudo do instituto Forrester Research, que aponta que o Twitter concentra maior número de usuários entre 35 e 49 anos – correspondendo a 42% do público. O grupo de internautas entre 25 e 34 anos representa 20% dos usuários do serviço. Ou seja, trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias. A publicação também apontou os quatro vetores mais importantes para empresas que querem adentrar na rede social: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia.
- Pessoas: Tente entender como elas utilizam a rede. Faça pesquisa de mercado.
- Objetivos: Reforce a marca, promova ações de relações públicas e alternativas para canal de serviço ao consumidor.
- Estratégia: Planeje a relação com os consumidores e o impacto que isso terá nos processos da organização.
- Tecnologia: Busque por ferramentas (existem muitas gratuitas) para monitorar a conta.
As vantagens são valiosas: mais inteligência do marketing, proximidade com o consumidor, estímulo aos clientes e reforço nas vendas.
A INTERCOL HOLDING FRANCHISE está começando no Twitter, buscando informações sobre franchising, opiniões sobre esse ramo, críticas, entre outros assuntos relacionados. Estamos utilizando dessa ferramenta também para publicarmos informações que consideramos interessantes e úteis para aqueles que querem se interar sobre franquias e também para quem já está inserido nesse mundo. Se ficou interessado em conhecer mais sobre o Twitter, aproveite e conheça o nosso: www.twitter.com/mundo_intercol
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Segurança na hora de investir
Impreterívelmente, os investidores procuram negócios rentáveis e seguros. Para isso, a transparência na hora de buscar investimentos e fechar negócios é fundamental.
O texto abaixo explica a maneira como o mercado de franchising vem crescendo através dessa postura.
Transparência no franchising é incentivo ao investidor
por Ivan Dario Macedo Soares
A transparência no segmento de franchising é a ferramenta mais eficaz na motivação e no incentivo à conquista de novos investidores. O sistema de franchising se consolidou como um dos principais setores da economia brasileira, ostentando uma taxa de crescimento de 15,6% em 2007, superior ao do crescimento do PIB que foi de 5,4% em 2007 (dados da ABF – Associação Brasileira de Franchising e do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Como consequência, acabou por atrair a atenção não só dos pequenos empresários, mas também de grandes investidores, incluindo aí empresas de grande porte.
Uma das maneiras mais eficazes para comprovar a lucratividade de uma franquia é que haja total transparência nos dados fornecidos pelo franqueador para o potencial franqueado quanto à sua marca, sistema de franchising, unidades franqueadas em operação, investimento total, capital de giro, custos e despesas dos franqueados, entre outros.
Essa regra de transparência foi sedimentada pela Lei de Franquias – Lei 9.955/94 -, que instituiu a obrigatoriedade de que o franqueador entregue ao candidato a franqueado sua Circular de Oferta de Franquia – conhecida como COF. Segundo determina a lei, a COF deve conter, obrigatoriamente, uma série de informações, objetivando que o investidor tenha pleno conhecimento do empreendimento em que fará seu investimento.
Após a obrigatoriedade da apresentação da COF ao potencial empreendedor, houve elevada procura de investidores interessados em aportar seu capital neste segmento. Isso graças à transparência do franqueador com relação a sua atual situação, às exigências para se tornar um franqueado, ao custo total do investimento e à previsão de resultados, dentre outras informações obrigatórias da COF.
Nossa Lei de Franquias se valeu, e muito, da tendência de full disclosure, ou seja, total transparência, já indispensável nas negociações que envolvem o mercado financeiro e de capitais, bem como às Sociedades Anônimas. Essa transparência animou os investidores fiéis dessas duas áreas, e com espírito empreendedor, a eleger o franchising como uma nova alternativa de investimento mais concreta, uma vez que terão o controle sobre a operação da mesma.
É fundamental que o investidor também seja assessorado profissionalmente para que prepare toda a estrutura empresarial que será utilizada na operação da franquia, sendo, para tanto, indispensável um correto planejamento societário e tributário. O planejamento societário indicará, de acordo com a franquia eleita para investimento, qual a melhor estrutura societária para a constituição da empresa, levando em conta, principalmente, qual a melhor forma de tributação para o negócio e é aí que entra o planejamento tributário. Logicamente, ambos os planejamentos mencionados são contínuos, pois poderão sofrer variações de acordo com as nuances do andamento da atividade da franquia e da própria conjuntura econômica e tributária. Um assessoramento profissional qualificado é sinônimo de um só resultado: o sucesso.
Ivan Dario Macedo Soares é advogado da Machado Advogados e Consultores Associados
TEXTO NA ÍNTEGRA EM: http://www.empreendedor.com.br/franquias/?secao=Noticias&categoria=136&codigo=14052
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O MUNDO DAS FRANQUIAS VIRA DESTAQUE EM JORNAL DE ECONOMIA
O Jornal “O Planeta Economia” traz no mês de setembro/outubro uma matéria de destaque sobre o mundo das franquias. Nela são discorridas as vantagens de se abrir um negócio que possui um retorno quase sempre certo. O investimento para abrir uma franquia, ao contrário que a maioria pensa, em alguns casos não é alto. Às vezes pode girar em torno de R$ 5 mil e os negócios podem variar de um simples carrinho de pipoca a outras propriedades maiores.
Esse modelo de negócios teve início no Brasil na década de 60. De 2001 a 2008 o faturamento do setor cresceu consideravelmente e hoje representa 2% do PIB do país, gerando aproximadamente 50 mil empregos. Além disso, o Brasil é o quinto maior mercado mundial de número de redes franqueadoras. Do total de empresas franqueadas, as brasileiras representam 89% do mercado.
O jornal destaca, também, os prós e contras das franquias. Optar pelo investimento em uma franquia pode não ser tão simples quanto parece. Vários fatores devem ser ponderados antes de confirmar a decisão. Um dos fatores, apesar de alguns setores o investimento ser baixo e retorno rápido, é que maioria necessita de um grande investimento, portanto, há a preocupação de avaliar a situação antes de qualquer investimento. Outras desvantagens são os riscos como taxação abusiva para o franqueador, desvalorização de moeda para o pagamento de royalties sobre o faturamento mensal e problemas relativos à demandas. Porém, as vantagens das franquias são muitas: o aperfeiçoamento de processo e negócios, a redução da dependência do mercado doméstico, o aumento da capacidade inovadora e acesso a novas tecnologias, a difusão da marca no mercado internacional e o aumento da exportação de seus produtos ou serviços.
Portanto, para se abrir uma franquia é necessário um planejamento que exige avaliação do mercado, pesquisando desde barreiras técnicas a questões culturais (no caso de franquia internacional). O mapeamento de oportunidades é considerado essencial, além de participações de feiras de franquias, eventos comerciais e de reconhecimento.
TEXTO ORIGINAL EM: http://www.jornalplanetaeconomia.com.br/artigos.php?ART_ID=46&CTA_ID=1&VER=1
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Franquias podem conquistar clientes se tornando mais verdes?
Clientes de restaurantes auto-serviço querem sentir-se bem consigo mesmos. É por isso que as opções saudáveis, como saladas e frutas tornaram-se populares nos menus de fast food nos últimos anos. Mas uma nova pesquisa feita pela M/A/R/C Research mostra que os clientes querem cuidar tanto sobre a saúde da Terra como da sua própria - e franquias de serviços rápidos podem auxiliar nesse processo.
Dos 7.000 clientes do serviço pesquisados, 48% disseram que era muito importante ou extremamente importante para eles que os restaurantes fast-food tivessem iniciativas verdes, e apenas 18% disseram que o assunto não é muito ou nada importante para eles. Vinte e um por cento dos pesquisados disseram que iriam visitar um restaurante com mais freqüência se soubessem que o mesmo estava envolvido em práticas verdes.
Então, claramente, "Going Green" é apenas o primeiro passo para um rápido serviço de franqueadores e franqueados que querem conquistar os consumidores eco-conscientes, mas devem garantir que os consumidores saibam que eles estão fazendo isso também. E poderia ser difícil virar as percepções das pessoas de um setor conhecido por seu uso copioso de copos descartáveis, embalagens, caixas e sacos.
Franquias recentes que estão praticando o eco-friendliness como uma parte importante na construção suas marcas desde o início, podem ter mais facilidade nesse processo. O exemplo é a Fort Lauderdale uma pizzaria que exibe orgulhosamente o slogan "Salvando a terra uma pizza em um tempo" em seu site. E faz bem utilizando uma seção inteira do site dedicado a explicar todas as estratégias da companhia para ser mais ecológico do que a média de restaurante, usa carros híbridos como veículos de entrega, recicla caixas de pizza e utiliza o calor de seus fornos para aquecer seus restaurantes.
E, embora este estudo centrou-se em empresas de serviços rápidos, os resultados podem ser aplicados a franquias em outras indústrias. Não importa o produto ou serviço que está procurando, os consumidores de hoje valorizam a empresa que está fazendo um impacto positivo sobre o meio ambiente. Assim não é nenhuma surpresa que nos últimos anos têm surgido novos franqueadores em cena oferecendo versões mais ecológicas de tudo, de limpeza residencial ao cuidado do gramado e salões de beleza.
Original disponível em inglês: http://ow.ly/uokV
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Franquias Intercol no Guia da Diversidade Gastronômica Bom Dia
Considerada uma referência turística gastronômica, a cidade de Bauru passou por um Circuito da Diversidade Gastronômica realizado pelo Comtur (Conselho Municipal de Turismo) juntamente com a Associação Bauru pela Diversidade. A ideia do Circuito é valorizar a culinária profissional, integrar as cozinhas internacional, nacional e regional, além de resgatar as receitas e temperos locais. O circuito contava com quatro categorias para classificar as melhores receitas da cidade: Prato Principal Regional, Prato Principal Internacional, Petisco e Lanche.
Fruto desse evento, o Jornal Bom Dia fez a primeira edição do Guia da Diversidade Gastronômica que traz uma lista com opções de restaurantes, bares, bistrôs, botecos, pizzarias, padarias, cantinas, entre outros estabelecimentos gastronômicos. Em destaque no guia está o Bar do Português, que recebeu uma menção honrosa como Melhor Serviço de Alimentação e Bebida pela comissão organizadora do Circuito. Além do Bar do Português, o Guia lista mais dois estabelecimentos que fazem parte da Intercol: Pizzaria Manjericão e Estoril Churrascaria e Restaurante.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Um pouquinho mais sobre o termo FRANCHISING
Franchising é um sistema de negócios que permitiu diversos empresários desenvolverem, ao longo dos anos, algumas das marcas mais conhecidas do mercado - como McDonald`s, Lacoste, O Boticário, entre muitas outras.
Podemos entender então que o franchising é uma forma de replicar o sucesso de um negócio estabelecido e bem-sucedido. Como resultado disso, uma enorme variedade de negócios se beneficia desse sistema nos mais diferentes ramos de atividade.
Existem diversas maneiras de se definir franchising, porém, no meu entender, é uma estratégia de venda e de distribuição de produtos e serviços, através da qual a empresa franqueadora permite o acesso de franqueados a uma marca, a uma tecnologia operacional e a um modelo de gestão de negócio em troca de pagamentos periódicos e de contribuição eficaz dos franqueados para melhoria contínua do sistema.
A International Franchise Association (IFA) define franchising como o contínuo relacionamento entre franqueador e franqueado, no qual o universo total de conhecimentos do franqueador (imagem, sucesso, técnicas de produção e marketing) é fornecido ao franqueado.
De uma forma mais simples, também entendo franchising como um método seguro e eficaz para as empresas que desejam multiplicar suas operações, representando, por outro lado, uma grande oportunidade para quem quer ser dono e gestor do seu próprio negócio.
No Brasil as escolas de inglês (Yazigy e CCAA) foram os grandes responsáveis pela introdução do sistema de franquia, no início dos anos 60. A partir daí, o sistema de franchising evoluiu bastante, com a fundação da Associação Brasileira de Franchising em meados dos anos 80 e a entrada em vigor da Lei da Franquia no. 8.955/04 em 15 de dezembro de 1994.
O sistema de franchising hoje, no Brasil e no mundo, tem uma importância significativa na economia, sendo um grande gerador de empregos, além de responsável por uma significativa parte do PIB de um país. Só para ilustrar, o Brasil é o terceiro maior país do mundo em número de unidades franqueadas, o qual dissemina conhecimento de como se fazer franchising para o resto do mundo.
andre@francap.com.br
Fonte: http://www.portaldofranchising.com.br/
andre@francap.com.br
Fonte: http://www.portaldofranchising.com.br/
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Bar do Português ganhou mais um prêmio...
O Bar do Português ganhou mais um prêmio para colocar ao lado de sua famosa chopeira. No Espaço La Luna, em São Paulo, Fernando Mendes e Paula Lamberti receberam da AmBev os troféus Chopeira de Prata e Chopeira de Ouro. A premiação rolou durante a 4ª Edição do Brasil Master Chopp, Campeonato de Tiradores de Chopp. Dentre quase 1,9 mil
estabelecimentos no Brasil, 405 bares foram classificados para participar do evento. Essa dupla não é fraca não...
Publicado na última terça feira (06 de outubro) no jornal Bom Dia Bauru
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Marketing Específico para Franquias
Durante muito tempo o marketing em franquias foi feito exclusivamente para atender às necessidades de toda a rede - independentemente do tamanho e localização de cada unidade. Esse marketing conjunto e linear é chamado de Macro Marketing. São campanhas promocionais ou institucionais, e planos de inauguração (apesar de ser uma única loja que inaugura, as ações e as peças, muitas vezes são padronizadas para toda a rede).
As ações de Macro Marketing são definidas a partir do conceito geral do negócio e de seu público alvo, sem aprofundar as diferenças regionais. Por exemplo, uma campanha promocional de rede (macro campanha) pode viabilizar a distribuição de prêmios como carros, casas, e outros objetos que agregam valor ao produto ou serviço. Se o franqueado fosse fazer uma promoção sozinho, não conseguiria oferecer prêmios tão impactantes.
Por isso, o Macro Marketing foi, e ainda é, muito interessante para as redes, uma vez que possibilita o ganho de escala e visibilidade nacional. Por outro lado, muitas vezes essas ações não suprem as necessidades individuais de cada unidade franqueada, principalmente quando a rede possui unidades em diferentes regiões do país. Isso implica públicos diferentes e, portanto, necessidades diferentes. Um bom exemplo seria uma promoção de lavagem de roupas de lã em uma rede de lavanderias nacional. Provavelmente ela terá grande sucesso no sul e sudeste do país, porém as unidades do norte e nordeste com certeza não obterão o mesmo resultado.
A personalização de ações não é exclusividade das Redes de Franquia. É uma tendência mundial em todos os setores e, por isso, assume papel cada vez mais importante no marketing de qualquer empresa. o nome dessa tendência é Micro marketing, ou planejamento de ações com o máximo de sintonia com as necessidades locais dos franqueados.
Redes franqueadoras mais modernas já possuem equipes internas ou agências de comunicação especializadas em Micro Marketing. Isso é fundamental, pois fica cada vez mais claro que o resultado de uma franquia está intimamente ligado a sua relação com a sua área de influência.
Para ter sucesso no Micro Marketing, é preciso estar atento, primeiramente, à escolha do ponto, e, posteriormente, às formas de atuação na região em questão. É nesse sentido que o suporte da rede franqueadora e o planejamento de ações de Micro Marketing se tornam essenciais. Conhecer o perfil do público alvo local, suas necessidades, desejos e expectativas e identificar parceiros com o perfil deste público são as vertentes principais para ações de marketing local precisas, funcionais e bem sucedidas.
Por Denis Santini
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Novo Site Intercol
O site da INTERCOL HOLDING FRANCHISE está de cara nova.
Agora você encontrará além dos textos explicativos, um hall de notícias fresquinhas e o vídeo da Intercol.
Essa nova proposta de site vem de acordo com os mais novos padrões de mídia digital, interatividade como palavra chave, por meio de links que redirecionam a sites de franqueadores, parceiros e ao BLOG.
Visitem: http://www.holdingfranchise.com.br/
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Homenagem ao Dia das Secretárias
Uma profissão na qual, mais do que em qualquer outras, se faz indispensável a aliança do carinho com a firmeza, por parte de que exerce, é a de secretária. Ser secretária, hoje, é optar por uma profissão. É gostar do que faz.
É investir no crescimento e na harmonia pessoal e profissional. É ter consciência do seu importante papel de agente de mudança e da atuação como assessora e agente facilitador.
Seu trabalho não se restringe apenas ao relacionamento com as pessoas, vai muito além, numa busca constante, exigindo de si a quase perfeição. A simpatia, a dedicação, a paciência, a objetividade, os conhecimentos e a sensibilidade fazem parte de um todo em que a secretária se enquadra como profissional eficiente.
Merecidamente, um dia em nosso calendário foi dedicado a esta profissional, zelosa e dedicada colaborada
Parabéns especial a você, secretária, que valoriza cada vez mais sua profissão, que busca incessantemente seu aperfeiçoamento, que sabe o que quer e vai em busca do sucesso.
Fonte: http://www.davison.com.br/jornal03/secretaria.html
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Minha empresa tem perfil para ser franqueadora?
Estava na metade deste artigo, iniciando a parte em que iria organizar os assuntos da melhor maneira possível, quando a secretária repassou-me uma ligação de um sujeito a quem, por questões éticas, darei um nome fictício: João.
- `Dra.? Meu nome é João e tenho dúvidas a respeito de alguns assuntos relacionados à franquia... poderia me ajudar?
- `Acredito que sim. Quais são as suas dúvidas?`
- `Tenho uma escola de informática aqui no Nordeste há mais de 10 anos e gostaria de franquear o método que eu mesmo desenvolvi.`
Fiz algumas perguntas e dei outras tantas respostas, no limite do que me permite o Código de Ética do Advogado. Algumas de suas perguntas eram um tanto ingênuas - sendo bastante gentil -, e outras espantosamente desnecessárias, como `quanto se costuma cobrar de royalties`, `quem vende franquias` etc... enfim, chegamos ao final da ligação:
- `Podemos sim, marcar uma reunião aqui no escritório, em São Paulo... terça-feira à tarde, tudo bem?`
- `Terça-feira próxima? É... não vai dar não. A senhora poderia me atender de sábado? Sabe o que é, eu mesmo dou aula todos os dias, de segunda a sexta-feira, das 8 da manhã às 10 horas da noite. Isso aqui sem mim, não anda.`
Ele, e mais alguns tantos outros empresários têm todo direito de achar que sua idéia é franqueável, porém, há outros requisitos que devem ser preenchidos e outras variáveis que devem ser consideradas antes de entrar num mercado tão híbrido quanto o do segmento de franquia.
Faltava a este empresário praticamente todos os requisitos desejáveis para se tornar um franqueador de sucesso, excetuando-se, talvez, o seu método de ensino exclusivo (sem registro, aliás):
Idéia franqueável e reproduzível nas mais diversas condições oferecidas pelo mercado
A essência de um sistema de franquia é o que se oferece ao consumidor final. Se um serviço ou se um produto, a existência de um diferencial, seja este determinado pela competência ou pela exclusividade, é essencial. Sem isso, não há franquia, exceto quando se trata dos canais de micro-distribuição uma vez que eles não têm contato com o consumidor final do produto ou do serviço. Portanto, são exceções dentro do sistema de franquia, no quesito `diferencial de produto ou de serviço ao consumidor final`.
A reprodução do negócio deve se tornar possível nas mãos de terceiros, consideradas as variáveis do mercado. A reprodução deve estabelecer, todavia, algumas constantes, tal como o público-alvo, o número de habitantes desejável, a logística do ponto comercial, entre outros.
Por Melitha Novoa Prado
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Atrair o consumidor evidenciando seu estilo de vida, seus sonhos e aspirações, cada vez mais se consolida como uma tendência e um reforço de comunicação dentro do Ponto-de-Venda.
Em meio a todos os fatores que tornam o PDV diferenciado e atraente, como a decoração da loja, a exposição correta das mercadorias, layout e vitrines, o que pode nos causar mais apelo do que nos imaginar usando o produto que vamos comprar no local de destino, numa festa, em família, entre amigos ou numa montanha? A motivação para comprar pode se originar em necessidades objetivas, mas escolhemos o que comprar e onde aqui diríamos a escolha do PDV, por identificação com o produto e todos os significados que ele contém. Escolhemos em função de nossos valores, nossos relacionamentos, nosso modo de vida. Como provocar e reforçar estas sensações no nosso consumidor, além do produto exposto e do visual da loja? Como mostrar as mudanças, se comunicar (em nível de tendências, cores, estações...), pois sabemos que a cada época do ano as necessidades e aspirações mudam. Para resolver estas questões de forma simples e sem muito custo, usam-se cada vez mais imagens, tanto fotográficas quanto grafismos e ilustrações dentro da loja. Pequenos e discretos quadros até imagens enormes de pessoas felizes ou sofisticadas, praticando esportes, ou apenas um rosto, paisagens ou desenhos, imagens que representam à proposta de estilo da loja. Estas imagens trazem humanidade e encantamento às compras. Como evitar o stress na hora da compra? Lojas e lojas, produtos e produtos um ao lado do outro apelando ao máximo para que o consumidor faça sua escolha, e queremos que ele escolha a nossa loja. Porque não, no momento em que ele se encontra dentro da nossa loja, leva-lo a um sentimento menos estressante, mais feliz e divertido, que pode ser provocado por um tratamento gráfico? Com pouco investimento e através do uso de imagens, todo o astral da loja pode ser mudado, tornando-a mais agradável e provocando curiosidade entre os consumidores. A comunicação visual proporciona um oásis; ela vende indiretamente, apelando aos sentidos, estabelecendo uma conexão com o inconsciente. Lojas esportivas e de aventuras nos levam ao mundo “outdoor” com fotos de montanhas, rios, praias e lugares onde os produtos seriam usados. Muitas vezes estes produtos podem não acabar em paisagens como aquelas e serem usados no dia-a-dia da cidade mesmo; mas vale o sonho... Vale expressar uma preferência, uma aspiração. Estes painéis exploram as emoções. Podem-se usar enormes e agressivos painéis coloridos se isto representa bem seu produto, como pode-se também utiliza-los em versões monocromáticas. Uma foto em preto e branco traz um sentimento de elegância e nostalgia e quadros e painéis em tamanhos menores demonstram preocupação com os detalhes. Ou seja: primeiro é preciso definir a atmosfera a ser comunicada e então buscar imagens que a transmitam. O uso de painéis com grafismos, cores ou fotos que remetem à imagem da marca e ao uso do produto, portanto funciona bem. Pode-se também trazer elementos do seu site para o interior da loja em painéis que tenham grafismos lá usados. É interessante trocá-los periodicamente. Vestir a loja com elementos que trazem os tons da moda, da estação. Porque não alaranjados lembrando o sol do verão? É uma forma de mostrar ao seu consumidor que seu mix mudou e há novidades. Você pode prever e planejar as modificações que fará durante o ano, usar os painéis em determinada época do ano e reutiliza-los no próximo ano. Quanto maior a área de venda, mais é preciso usar este recurso. Ele contribui para deixar seções de grandes magazines mais evidentes, ressaltando diferentes características cromáticas, de estilo, etc. Ajudam a organizar visualmente espaços amplos tornando as longas permanências na loja menos cansativas. A tendência de usar grafismos no ponto de venda vem se consolidando. A loja Prada no Soho em Nova York usa uma enorme parede com estilizações de flores; o desenho, criado exclusivamente para a loja, traz personalidade e diferenciação. A rede britânica Selfridge’s usa grafismos e arabescos, com padrões cromáticos diferenciados para cada setor. O uso de material fotográfico em vitrines já foi amplamente adotado, por vários motivos: comunica mais e chama mais atenção em espaços menores, é mais facilmente reproduzível em grandes redes, o custo é baixo. Chegamos a casos onde uma foto substitui completamente o produto, recurso usado pela Benetton, por exemplo. A tecnologia está a nosso favor na reprodução das fotos e painéis. Adesivos e tecidos plásticos são ideais para as impressões computadorizadas, mas hoje é possível imprimir em praticamente qualquer superfície. Isto nos abre um leque imenso onde a imaginação é o limite, onde cada material nos sugere diversas interessantes possibilidades. Pode-se usar tecidos transparentes e perfurados próprios para vitrines, laminados das mais variadas cores e texturas, metais, etc. Isto sem falar da mídia eletrônica, que veio para ficar. De novo as possibilidades são infinitas, mas você precisa estudar como pode funcionar melhor para o seu negócio e o seu espaço antes de fazer o investimento. Projeções de imagens, estáticas ou em movimento, leds coloridos mudando de cor, a cada dia uma nova tecnologia fica acessível. Considere e analise todas, adotando ou não criteriosamente, a fim de que seja realmente um ganho para sua loja. Um último conselho: a qualidade das imagens e grafismos é de extrema importância, bem como sua execução. Lembre-se também que eles podem sua loja mais agradável, divertida e atraente, mas utilizados em excesso e sem critério podem poluir e prejudicar sua imagem junto ao cliente.
Patricia Baker Upton
Arquiteta, sócia-diretora da A6 Arquitetura + Design e Diretora de Comunicação da ABIESV
Fonte: http://www.abiesv.org.br/
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Franquia é opção ao abrir negócio (JCnet)
O interessado em ‘ser o próprio patrão’ tem como alternativa as franquias. Embora a opção não seja garantia de sucesso, o empreendedor, ao menos, economiza tempo com questões técnicas e pesquisa, informa o gerente do escritório regional do Sebrae em Bauru, Milton de Biasi.
“Ela dá o know how do negócio, tanto que se paga por isso”, explica. No entanto, ainda neste caso, é fundamental que o empresário tenha competência para gerir o negócio e estude bem onde e como investirá seus recursos. “Eu e meu sócio pesquisamos bastante. Freqüentamos a feira promovida pela Associação Brasileira de Franquias”, comenta o franqueado do Habib’s em Bauru, Nélson Scarpelli Júnior. Na opinião dele, o empreendedor deve acompanhar cada passo do negócio, ao menos na abertura da franquia.
“Quando eu e meu sócio optamos por negócio próprio, começamos a estudar. Quando identificamos a franquia que a gente ia efetivamente investir, estudamos todas as possibilidades financeiras. Fizemos um bom planejamento, planejamento de risco. Deixamos reservas para os tempos de vacas magras”, comenta satisfeito com o sucesso do negócio. Mas além de estudar o mercado, também é fundamental analisar bem as franquias disponíveis.
A orientação é de Emerson Hortolan, franqueado do MacDonald’s em Bauru. “Existem franquias e franquias. Algumas extremamente consolidadas. A franquia é uma relação de troca. O franqueado vai operar o negócio, mas é fundamental que a companhia passe sua experiência para que aquele negócio seja bem sucedido”, comenta Hortolan. Entre muitos aspectos, ele recomenda cuidado na avaliação referente ao custo a ser pago pelo know how.
“Tem ainda uma diversidade muito grande de remuneração ao franqueador. Focos completamente diferentes que devem ser analisados”, diz. Hortolan conta que passou por processo seletivo criterioso para tornar-se franqueado. Além da análise do currículo e entrevistas, o McDonald’s analisa também a capacidade financeira. “Fiquei três dias numa loja fazendo funções diversas. O pessoal orientava algumas coisas básicas e a gente executava. No começo, achei uma bobagem. Depois floresce. Usei isso para contratar todos os funcionários”, diz.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
INTERCOL NEWS
Foi lançado o boletim informativo Intercol.
O INTERCOL NEWS é um boletim de circulação mensal que visa informar nossos colaboradores, parceiros e clientes sobre as novidades do mundo Franchising e o que acontece na INTERCOL HOLDING FRANCHISE.
A primeira edição, lançada em setembro, conta com uma mensagem do Francisco (nosso presidente), uma matéria sobre os números do setor de franquias, novidades da Intercol e muito mais.
Por ser uma empresa que respeita o meio ambiente, esse boletim é virtual. Sendo assim, se você ainda não recebeu uma cópia, solicite-a: gabriela@holdingfranchise.com.br
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Feira de Franquias Rio de Janeiro
01 à 03 de outubro de 2009.
Em duas edições, a Rio Franchising Business entrou definitivamente para o calendário do sistema de franquias: o evento já faz parte do ranking mundial das dez maiores feiras do setor. Um espaço ideal para quem quer ampliar sua rede de franquias ou começar um negócio próprio. Aqui se reúnem as principais redes do país, bem como empreendedores, investidores, novos entrantes, antigos parceiros do mercado e empresas que pretendem adotar o franchising como forma de expansão.
Além de conhecer de perto as redes de franquias, os visitantes podem participar de palestras sobre os aspectos estratégicos e de marketing do universo de franchising. O ambiente é ideal para a realização de negócios, contatos comerciais e especialização. A última edição foi um grande sucesso, superando todas as expectativas.
Fonte: www.riofranchisingbusiness.com.br
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Franquias administradas por mulheres tendem a ter maior rentabilidade
"Eu fiz de tudo um pouco. Montei o cardápio, testei os recheios, escolhi e lavei muita batata, treinei as primeiras equipes e fui para trás do balcão apresentar as novidades aos clientes, praticamente tudo ao mesmo tempo" afirma a empresária Maria Lúcia Carone, 52 anos, fundadora da Roasted Potato, rede de franquias de batatas recheadas, de Presidente Prudente, interior de São Paulo.
Hoje com 53 lojas, 4 próprias, e um faturamento estimado de 43 milhões em 2009, a empresária garante que não precisa se dividir em tantas tarefas para administrar o negócio, mas fez questão de passar à filha o conceito de multifunção. Camila Carone, 27 anos, é responsável pelo marketing da marca, pelo departamento de relacionamento com os franqueados e ainda está a frente da unidade do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. "Mas de nada adinta acumular tantas tarefas se você deixar de lado a atenção aos detalhes , fechar os olhos para o que acontece ao seu redor e parar de buscar incansavelmente a qualidade", diz Maria Lucia. Essa, segundo ela, é a lição que procura passar à equipe. Disposta a expandir a rede, a empresária planeja a bertura de 12 novas lojas neste ano e projeta 100 unidades até 2010.
O sucesso da rede comandada por Maria Lucia não é exceção no universo das franquias. É regra. De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Rizzo Franchise, as franquias tocadas por mulheres - elas somam 56 mil representantes, nos mais diversos setores - apresentaram em 2008 um faturamento 32% superior àquelas comandadas por homens. A rentabilidade média feminina também, foi maior: 28% acima da rentabilidade dos franqueados homens.
Para Marcus Rizzo, autor da pesquisa, os motivos que levam as mulheres a faturar mais estão ligados à características de liderança feminina para os negócios. "Elas se adaptam melhor aos padrões, são mais organizadas e possuem maior estabilidade com a equipe, gerando, assim, menor rotatividade de pessoal", diz. "Além de imprimir emoção em tudo que fazem".
Fonte: "Mulheres empreendedoras, o que aprender com elas" Por Kátia Simões. Publicado em Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (Ed. 243, Abril/2009).
Hoje com 53 lojas, 4 próprias, e um faturamento estimado de 43 milhões em 2009, a empresária garante que não precisa se dividir em tantas tarefas para administrar o negócio, mas fez questão de passar à filha o conceito de multifunção. Camila Carone, 27 anos, é responsável pelo marketing da marca, pelo departamento de relacionamento com os franqueados e ainda está a frente da unidade do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. "Mas de nada adinta acumular tantas tarefas se você deixar de lado a atenção aos detalhes , fechar os olhos para o que acontece ao seu redor e parar de buscar incansavelmente a qualidade", diz Maria Lucia. Essa, segundo ela, é a lição que procura passar à equipe. Disposta a expandir a rede, a empresária planeja a bertura de 12 novas lojas neste ano e projeta 100 unidades até 2010.
O sucesso da rede comandada por Maria Lucia não é exceção no universo das franquias. É regra. De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Rizzo Franchise, as franquias tocadas por mulheres - elas somam 56 mil representantes, nos mais diversos setores - apresentaram em 2008 um faturamento 32% superior àquelas comandadas por homens. A rentabilidade média feminina também, foi maior: 28% acima da rentabilidade dos franqueados homens.
Para Marcus Rizzo, autor da pesquisa, os motivos que levam as mulheres a faturar mais estão ligados à características de liderança feminina para os negócios. "Elas se adaptam melhor aos padrões, são mais organizadas e possuem maior estabilidade com a equipe, gerando, assim, menor rotatividade de pessoal", diz. "Além de imprimir emoção em tudo que fazem".
Fonte: "Mulheres empreendedoras, o que aprender com elas" Por Kátia Simões. Publicado em Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (Ed. 243, Abril/2009).
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